domingo, 2 de novembro de 2014

Protesto contra falta de água em São Paulo ironiza Alckmin

Nacho Doce/Reuters
Barco no meio da terra em área da represa Atibainha, em meio à prolongada seca em Nazaré Paulista, no interior de São Paulo
Barco no meio da terra em área da represa Atibainha, em meio à prolongada seca em Nazaré Paulista

São Paulo - Um grupo formado por cerca de 150 pessoas, segundo estimativa da Polícia Militar, se reuniu no Largo da Batata, na zona oeste da capital paulista, na tarde deste sábado, 1º, em um ato contra a crise da água enfrentada pelo Estado de São Paulo e o governador Geraldo Alckmin (PSDB).
Organizado pelo movimento "Juntos!", o protesto "Alckmin, cadê a água?" tem como objetivo cobrar explicações e soluções para os problemas de falta d'água. Os organizadores estimam que 500 pessoas estavam no local.
Por volta das 16h30 o grupo saiu do Largo da Batata e marchou até a frente da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), perto dali.
Nesse momento, a reportagem estima que aproximadamente 300 pessoas participavam do ato. Elas entoavam marchinhas de carnaval adaptadas ao tema da falta de água em São Paulo.
"Essa é a primeira manifestação unificada na cidade de São Paulo sobre a questão da falta de água. Vamos inaugurar uma jornada de manifestações para questionar o governo do Estado sobre a real dimensão da crise da água, porque nós temos visto vários bairros que estão tendo sucessivos cortes sem que a Sabesp informe. Está acontecendo uma campanha de desinformação da Sabesp", afirma o sociólogo Thiago Aguiar, de 25 anos, um dos integrantes do movimento.
Grupos carregam faixas com frases com questionamentos à Sabesp e críticas ao governador Alckmin. Uma delas dizia: "Alckmin acabou com a água e com a nossa paciência".
Dois grupos de maracatu estão tocando para os participantes e ensaiando gritos de guerra.
Um deles fez uma paródia de uma tradicional marchinha de carnaval e os integrantes cantavam: "Se você pensa que São Paulo tem água, São Paulo não tem água, não. A culpa não é de São Pedro, a culpa é do Geraldão".
Os manifestantes ainda estão concentrados no local e pretendem fazer uma caminhada pela região.




FONTE:http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/protesto-contra-falta-de-agua-em-sp-ironiza-alckmin

País registra 789 casos de chikungunya.


Médica examina criança durante operação para detectar casos do vírus chikungunya
Médica examina criança durante operação para detectar casos do vírus chikungunya

O Brasil já registrou 789 casos de febre chikungunya transmitidos dentro do país, segundo dados divulgados hoje (29) pelo Ministério da Saúde. Três estados apresentaram casos da doença, que tem os mesmos vetores e sintomas da dengue.
Desses casos, chamados de autóctones, 330 foram registrados no município de Oiapoque (AP). Na Bahia foram registrados 371 casos em Feira de Santana, 82 em Riachão do Jacuípe, dois em Salvador, um em Alagoinha, um em Cachoeira e um em Amélia Rodrigues.
Também foi registrado um caso em Matozinhos (MG), além de 39 pessoas que tiveram o diagnóstico da doença, mas foram contaminadas fora do país.
Na maioria dos casos de febre chikungunya, o paciente não precisa ser internado. Ele é tratado em casa, com remédios para aliviar dores e febre, conforme recomendação médica.
Segundo o Ministério da Saúde, para evitar a transmissão do vírus, é fundamental que as pessoas reforcem as ações de eliminação dos criadouros dos mosquitos. As medidas são as mesmas para o controle da dengue, ou seja, evitar água parada.






FONTE:http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/pais-registra-789-casos-de-chikungunya-segundo-o-ministerio

domingo, 22 de setembro de 2013

RATOEIRAS NÃO!!

POR ISSO NÃO DEVEMOS COLOCAR RATOEIRAS, OS RATOS AGORA ESTÃO SE FORTALECENDO!!

domingo, 1 de setembro de 2013

FORMIGAS DOCEIRAS

Começando pelo começo, formigas são insetos. Como eu sei disso? Porque têm três pares de pernas, ora essa! Pertencem à numerosa família Formicidae e só no Brasil já foram registradas aproximadamente 2.000 espécies diferentes de formigas, das quais pelo menos duas dúzias delas consideradas como pragas; todavia, não mais de seis são chamadas em seu conjunto de formigas doceiras (ou domésticas) porque invadem nossas moradias, sem nenhuma cerimônia. Dizem por aí que as formigas doceiras podem ser consideradas a praga do século: quem ainda não teve, vai ter uma infestação de formigas em sua cozinha principalmente. Os fósseis mais antigos de formigas datam de cerca de 100 milhões de anos, quer dizer, se nossos antepassados simiescos estão na Terra há pouco mais de 13 milhões de anos, as formigas aqui já estavam há muito mais tempo que a gente. Um fato já comprovado é que desde os tempos primórdios da espécie humana, as formigas já moravam em nossas cavernas e já espoliavam nossos alimentos. Com todo esse tempo de existência, as formigas tiveram tempo de sobra para se organizarem em sociedade e hoje são conhecidos como animais sociais; sua estrutura social é muito organizada e sabemos que cada formigueiro tem sua rainha (a única formiga que é fértil, produz e põe ovos). Na verdade, o formigueiro todo vive em função dessa rainha; tudo o que as formigas fazem é cuidar e proteger a rainha, recolher seus ovos e tratar de seu desenvolvimento até que produzam novas formigas adultas. Dentro de sua estrutura social, as formigas diferenciam-se em “castas”, ou seja, em classes sociais distintas, cada qual voltada para um tipo de trabalho: operárias (a maioria), soldados, aguadeiras, amas da rainha, lavradoras, etc. Muito interessante essa organização. Sendo um inseto que se desenvolve por metamorfose completa (ovo, larva, pupa e adulta), há muito trabalho dentro do formigueiro para que tudo aconteça como tem que ser. Nas espécies mais avançadas, encontramos diferentes “panelas” dentro do formigueiro, destinadas a diferentes propósitos: há a panela onde as obreiras trazem e armazenam partículas de alimentos (de qualquer tipo ou só de vegetais), onde outras obreiras tratam de semear e cuidar de certos fungos, os quais vão ser o verdadeiro alimento das formigas; há panelas de lixo (restos inservíveis, formigas mortas, etc); há panelas (sempre próxima às entradas do formigueiro) onde os soldados permanecem alertas e prontos para defender o formigueiro); há uma panela que é a câmara real, onde a rainha é mantida e cuidada (aliás, a rainha não consegue se mover sozinha tamanha a dimensão de seu abdome) e assim por diante. Contudo em certas espécies, entre elas algumas das doceiras, a estrutura social e do próprio formigueiro pode ser bem mais simples e pode estar alojado atrás de um batente de porta ou janela, atrás de algum azulejo quebrado um mal rejuntado, em fendas e gretas, dentro de tomadas eléricas e conduítes, atrás de rodapés e, com frequência, dentro de eletrodomésticos ou aparelhos eletrônicos, etc. Essas formigas doceiras a que nos referimos são, na maioria, residentes na própria cozinha que infestam e são bastante conhecidas por seus nomes populares como: a conhecida formiga louca (Paratrichina longicornis) que recebe esse nome porque nunca para (exceto quando encontra uma partícula de alimento), andando de um lado para outro, feito louca; a pequeníssima formiga fantasma (Tapinoma melanocephalum) que a gente mal enxerga; a formiga lavapés (Solenopsis spp); a formiga acrobática (Crematogaster spp); a formiga faraó (Monomorium pharaonis); a formiga carpinteira (Camponotus spp); a formiga argentina (Lenepithema humile) que chegou ao Brasil mais recentemente que as outras, e mais duas ou três espécies mais. Todas essas espécies são “residentes”, ou seja, moram dentro de nossas casas, de nossas instalações; uma ou outra pode ter seu formigueiro do lado de fora da casa. Nas residências, as formigas doceiras são incômodas porque atacam qualquer partícula alimentar que encontrem. E são milhares formando carreiros na escuridão da noite indo e voltando de seus ninhos ou formigueiros. Não se pode deixar nada exposto sobre a pia, sobre os balcões e mesmo dentro dos armários porque elas localizam o alimentam e vão se banquetear. Para combatê-las é preciso descobrir onde se localizam seus ninhos, onde vamos aplicar o biocida escolhido. Se colocarmos um pouquinho de açúcar em algum ponto sabidamente frequentado pelas formigas e apagarmos a luz da cozinha, depois de quinze minutos a meia hora poderemos observar as formigas em torno do açúcar e uma fila indiana até o ponto de entrada de seus ninhos. Ali podemos aplicar o formicida escolhido: gel, pasta, pó ou pulverizado. 


http://higieneatual.blogspot.com.br/search?updated-min=2013-01-01T00:00:00-02:00&updated-max=2014-01-01T00:00:00-02:00&max-results=19

COMPORTAMENTO E HÁBITOS SOCIAIS DO CAMUNDONGO (MUS MUSCULUS)


E, agora,os camundongos. Vocês sabiam que quando se trata da defesa do território ou das fêmeas de um grupo, os camundongos machos podem se tornar extremamente agressivos e envolvendo-se em lutas que podem ir até a morte de um dos contendores? Na maioria das espécies animais, as lutas terminam quando um dos contendores se dá por vencido e bate em retirada; pois entre os camundongos, a luta só termina quando um macho se sobrepõe ao outro e o mata ou o perdedor se submete completamente ao vencedor. Que coisa, tão pequenininho e tão bravo! Quando há fêmeas presentes, o grupo familiar se desenvolverá com um macho dominante, auxiliado ou não por uma ou mais fêmeas adultas quando há necessidade de defender o território. As fêmeas não se locomovem em busca de outros territórios; isso cabe aos machos quando atingem a idade adulta de quatro meses. É comum encontrarmos duas ou mais fêmeas compartindo o mesmo ninho, cada qual com sua prole em aleitamento. Cada grupo familiar estabelece um território de aproximadamente 3,5m de raio e é tridimensional (para os lados e para cima). Com um território tão limitado, é comum encontrarmos vários grupos familiares dentro de um mesmo depósito de alimentos, por exemplo. Contudo, quando as colônias se estabelecem a céu aberto (sempre próximas às fontes de alimentos, como por exemplo em granjas avícolas ou suinícolas), não ocorre essa definição precisa de territórios e as trilhas são utilizadas por todos como se fossem de um único grupo. Como os ratos, os camumdongos machos adultos marcam os limites de seus territórios com sua urina particularmente concentrada misturada com secreções de sua glande prepucial. A urina do macho também deflagra o cio nas fêmeas do grupo e é capaz de atrair outras fêmeas de outros grupos. Outro comportamento individual do camundongo é seu hábito de apenas mordiscar uma porção de alimento encontrada em seu território e em seguida sair em busca de outra porção, mesmo que se comesse da primeira porção encontrada, iria se satisfazer plenamente. Esse comportamento parece estar ligado ao sistema nervoso dessa espécie: sendo presa fácil para gatos e também para eventuais ratazanas e ratos pretos que cruzem seu caminho, os camundongos não podem se dar ao luxo de ficar exposto por muito tempo, nem para se alimentar. Portanto, comem um pouquinho aqui, outro pouquinho ali e vão levando a vida. Não poderia deixar de comentar que os camundongos (Mus musculus) são animais dotados de intensa curiosidade (neofilia) por objetos novos que surjam em seu território, daí advindo o relativo sucesso no combate através de ratoeiras, armadilhas e outros artefatos. Para sorte nossa!


sábado, 17 de agosto de 2013

CARRAPATO E ÁCARO

Esses artrópodes são extremamente numerosos e encontrados nos mais variados habitats. Possuem segmentos fundidos, sem asas e antenas, e números de patas que variam de 3 pares (larva) a 4 pares (adulto). No grupo dos acarinos, encontram-se os carrapatos e os ácaros.

CARRAPATOS Subordem Ixodidae | Famílias Ixodidae e Argasidae

Carrapato transmissor de febre maculosaAmblyomma cajennense (Carrapato estrela, de cavalo ou rodoleiro)
Carrapato estrela
A - vista superior
B - vista inferior
Carrapato-de-cachorroCarrapato inchado (ingurgitado)
Carrapato-de-cachorro
Carrapato inchado (ingurgitado)
Descrição e biologia
Em geral têm uma forma oval, quando em jejum são planos no sentido dorso-ventral, e após se alimentarem ficam convexos e até esféricos. Estão por toda a parte, no campo e na cidade, vivem entre touceiras, capim, madeiras ou pelo chão, seja em clima úmido ou seco. Alimentam-se, em geral, de sangue de outros animais, provocando grandes prejuízos econômicos ao homem quando parasita em criações de gado, de suínos, etc.
Há dois tipos de parasitas:
Parasitas permanentes, que ficam toda vida adulta em seus hospedeiros.
Parasitas temporários ou ecto-parasitas.
Ciclo de vida
A fêmea após fecundada e ingurgitada desprende-se do hospedeiro, cai no solo para realizar a postura única, entre 5.000 e 8.000 ovos, antes de morrer. Após o período de incubação (30 dias à temperatura de 25º C) ocorre a eclosão dos ovos e o nascimento da larva hexápode. A ninfa escala gramas e arbustos à espera de hospedeiros. Após sugar sangue do hospedeiro por 3 a 6 dias, desprende-se deste e no solo ocorre a primeira ecdise (18 a 26 dias), transformando-se em ninfa octópode. Esta ninfa fixa-se em um novo hospedeiro e, em 6 dias, ingurgita-se de sangue, no solo sofre nova ecdise (23 a 25 dias) transformando-se no carrapato adulto.
Principais espécies e danos
Depois dos mosquitos, os carrapatos são um dos principais vetores de doenças causadas por vírus, bactérias, protozoários e riquétsias, como a febre maculosa.






Fonte:http://www.dddrin.com.br/pragas-carrapatos.php#inicio

SAIBA UM POUCO MAIS SOBRE OS RATOS

A família Muridae é a maior dos mamíferos, com cerca de 600 espécies. Entre as espécies que causam prejuízos ao homem (domiciliares), podemos destacar as ratazanas, o rato-preto e os camundongos.
Descrição e biologia
Os ratos têm hábitos noturnos, expondo-se à luz do dia somente quando sua população aumenta muito e há insuficiência de alimento. Na falta de alimento, possui mecanismos que limitam a população: baixa da fertilidade e fecundidade das fêmeas, supressão de cios, canibalismo, dentre outros. O canibalismo é prática comum numa colônia de ratos, ocorrendo com o intuito de eliminar ratos doentes ou machucados ou mesmo filhotes de outras colônias. Assim, os ratos não admitem que outro penetre seu território, combatendo-o de forma feroz. Seus órgãos sensoriais são bastante desenvolvidos, porém, enxergam mal, não percebem cores, apenas variações entre claro e escuro. São onívoros com preferência por alimentos gordurosos, consumindo por volta de 20 a 30 g/dia e bebem de 15 a 30 ml de água por dia. Além de ágeis, são ótimos nadadores, permanecendo bom tempo submerso. Geralmente, habita terrenos sujos e abandonados, redes de esgoto, margens de córregos, depósitos de lixo e afins, ou ainda tocas e buracos no solo.
Ciclo de vida
Pode variar conforme espécie. Atingem a maturidade sexual aos 3 meses e, geralmente, logo após o desmame, que ocorre aos 21 dias, já nasce outra ninhada.
Principais espécies e danos
Atacam alimentos armazenados em residências ou comércio. Danificam fios e cabos elétricos e de telefone, podendo provocar incêndios, estragam sacarias, roupas, livros, objetos de madeira, etc. Também contaminam a água e suas pulgas podem atacar o homem, na condição de vetores de doenças como peste bubônica, tifo, toxoplasmose, hantavirose, dentre outras.
Ratazana ou Rato-de-esgoto

RATAZANA OU RATO-DE-ESGOTO Rattus novergicus

A coloração pode variar do castanho ao preto, uniforme ou com manchas. Mede de 21 a 26 cm de comprimento, a cauda é grossa de tamanho igual ou mais curto que o corpo. Pesa de 350 a 460 g., com orelhas curtas e relativamente peludas. Os pés apresentam membrana interdigital. Vive em média 2 anos e seu período de gestação dura cerca de 28 dias, com 3 a 4 ninhadas por ano e uma média de 8 filhotes por ninhada. As fezes são grossas.
Rato-preto ou Rato-de-telhado

RATO-PRETO OU RATO-DE-TELHADO Rattus rattus

Geralmente apresenta coloração preta, mede entre 19 e 22 cm de comprimento, cauda fina, mais longa que o comprimento do corpo, e pesa de 230 a 300 g. As orelhas são longas, quase sem pêlos, e seus pés apresentam membrana interdigital. Vive em média 1,5 ano, o período de gestação é de 28 dias, com 3 a 4 ninhadas por ano, com 3 a 9 filhotes cada. Suas fezes são finas e terminadas em pontas afiladas.
Camundongo

CAMUNDONGO Mus musculus

A coloração pode variar bastante. Mede entre 6 a 9 cm de comprimento, cauda fina e longa e pesa entre 15 e 20 g. As orelhas são relativamente grandes e translúcidas (sem pêlos) e não apresentam membrana interdigital nos pés. Vive em média 1 ano, com período de gestação de 21 dias, com 4 a 5 ninhadas por ano e 4 a 10 filhotes por ninhada. Suas fezes são finas e terminadas em pontas afiladas, porém de tamanho bem reduzido, podendo até ser confundidas com fezes de baratas.














Fonte:http://www.dddrin.com.br/pragas-ratos.php

Baratas evoluíram para evitar armadilhas com iscas de açúcar



As baratas comem de tudo, à exceção de açúcar. Uma das pragas mais comuns do nosso mundo evoluiu para aprender a detectar e evitar alguns tipos de açúcares, frequentemente utilizados nas iscas das armadinhas, revelou uma pesquisa publicada na edição desta quinta-feira da revista americana Science.
Os cientistas concentraram seu estudo na Blatella germanica (conhecida como barata-germânica ou francesinha), que vive em todo o mundo em residências, escritórios e edifícios de apartamentos, ou seja, em qualquer lugar onde os seres humanos passam, deixando restos de alimentos para trás.
Um aparente desdém por armadilhas montadas com doces foi inicialmente observado em algumas destas baratas no começo dos anos 1990, de sete a oito anos depois de as armadilhas comerciais com base em glicose terem chegado ao mercado e terem seu uso disseminado, afirmou o cientista Coby Schal, da Universidade Estadual da Carolina do Norte.
As baratas estavam evoluindo rapidamente, observaram os pesquisadores. As novas gerações passaram a herdar uma aversão genética à glicose. Agora, Schal diz que ele e seus colegas sabem por que.
As baratas com aversão a glicose usam seus pequenos pelos de paladar para tirar amostras de alimento primeiro e ver se contêm glicose, cujo sabor para elas é amargo, não doce. "Elas saltam para trás como se tivessem levado um choque elétrico. É um comportamento muito, muito claro. Elas simplesmente se recusam a ingeri-lo", afirmou Schal, professor de entomologia.
"É um pouco como se você colocasse algo realmente amargo ou ácido na boca e imediatamente quisesse expeli-lo", comparou. Schal disse que esta evolução aconteceu "incrivelmente rápido", mas observou que o desenvolvimento de resistência a antibióticos em bactérias acontece ainda mais rapidamente.
É difícil saber qual percentual de baratas desenvolveu aversão à glicose. Neste estudo, Schal e seus colegas capturaram amostras de várias baratas de infestações em Estados Unidos, Rússia, Porto Rico e Coreia do Sul.
Das 19 populações estudadas, eles descobriram sete que continham baratas com aversão a glicose entre elas. "É um fenômeno global. Não é restrito aos Estados Unidos", afirmou.
Exterminadores profissionais já sabiam disso por algum tempo. A indústria agroquímica respondeu alterando as iscas para substituir a glicose com outras atrativos. "Nós não usamos qualquer tipo de armadilha à base de açúcar durante anos", disse Bob Kunst, presidente da Fischer Environmental, empresa de controle de pragas em Louisiana.
Kunst, que não participou do estudo, descreveu as baratas-germânicas como "pequenas criaturas imundas" porque podem transportar salmonela. Muitas das grandes empresas de pesticidas mantêm seus atrativos para propósitos competitivos, mas especialistas têm uma boa ideia do que funciona atualmente, disse. "Eu diria que alguns carboidratos elevados e proteínas básicas são muito populares com as baratas", disse Kunst.
Para ilustrar o quanto estas baratas recém-evoluídas são perspicazes para sobreviver e prosperar sem a glicose, Schal e seus colegas filmaram as criaturas enquanto escolhiam entre uma porção de gelatina com base em frutose e outra próxima contendo glicose.
Eles também fizeram um vídeo das baratas evitando totalmente um montículo de geleia contendo glicose e concentrando-se em volta de uma bola de pasta de amendoim. "Estamos mostrando que as baratas podem aprender incrivelmente bem. Eles podem associar a punição de degustar a glicose com o cheiro da isca", emendou.
Schal disse esperar que a indústria agroquímica tomará medidas para eliminar amplamente a glicose das armadilhas. A barata-germânica é apenas uma das cerca de cinco mil espécies de baratas, e livrar-se das pragas domésticas não seria uma coisa ruim, afirmou.
"Até onde sabemos, elas não fazem nada pelo sistema ecológico além de ser pragas em nossos lares, associando-se a nós e provavelmente transmitindo doenças", declarou à AFP.
Fonte:http://noticias.terra.com.br/ciencia/baratas-evoluiram-para-evitar-armadilhas-com-iscas-de-acucar,ae72221da0dce310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html

OMS volta a recomendar DDT no combate à malária

OMS volta a recomendar DDT no combate à malária
 
Crianças com malária na África
DDT continuou a ser usado em muitos países africanos para controlar malária
A Organização Mundial de Saúde (OMS) endossou o uso do pesticida DDT no controle da malária, revendo assim uma diretriz de 30 anos.
Espalhado dentro de casas para matar o mosquito da malária, o DDT havia sido banido mundialmente por causa de seu impacto para o meio ambiente, e de temores em relação a possíveis efeitos sobre o corpo humano.
"Indícios científicos e programáticos claramente apóiam a revisão (dessa diretriz)", disse o diretor-geral assistente para Malária da OMS, Anarfi Asamoa-Baah.
"A aplicação (de DDT) dentro das casas é útil para reduzir rapidamente o número de infecções causadas pelo mosquito. O custo é comprovadamente tão eficiente quanto o de outras medidas de prevenção, e o DDT não apresenta riscos à saúde se utilizado adequadamente", ele disse.
O diretor do Programa Mundial de Malária da OMS, Arata Lochi, afirmou que "de todos os inseticidas que a OMS considera seguros para uso interno, o mais eficiente é o DDT".
Proibição mundial
Inseticida potente, o DDT deixou de ser usado há 40 anos, depois da publicação de um livro que mostrava como o seu uso destruía a vida selvagem em grandes porções da América do Norte e da Europa Ocidental.
O livro – A Primavera Silenciosa, da cientista e ecologista americana Rachel Carson – levou à restrição do uso do pesticida em diversos países.
Em 2004, a proibição quase total do DDT foi adotada mundialmente pela chamada Convenção sobre Poluentes Orgânicos Persistentes (POP).
 De todos os inseticidas que a OMS considera seguros para uso interno, o mais eficiente é o DDT.
 
Arata Lochi, diretor do Programa Mundial de Malária da OMS

Algumas agências de ajuda financeira se recusavam a financiar programas envolvendo o DDT.
Uma cláusula, no entanto, permitia a fabricação da substância para uso em controle de doenças.
Sobretudo alguns países africanos continuaram a utilizar o DDT, embora a maioria tenha procurado mudar de inseticida ou adotado a estratégia de distribuir apenas mosquiteiros de cama impregnados com a substância.
A África do Sul, por exemplo, foi um país que abandonou o DDT, mas teve de retomar o seu uso dez anos depois, quando os mosquitos haviam desenvolvido resistência a compostos alternativos.
O ativista Richard Tren, da organização África Contra a Malária, disse que "todas as agências de desenvolvimento e países afetados devem agora agir de acordo com as orientações da OMS no uso do DDT"


Fonte:http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2006/09/060915_malaria_oms_permite_pu.shtml

domingo, 16 de junho de 2013

Nova Iorque contra as moriçocas

Nova Iorque contra as moriçocas



Você acha que ficar espirrando Detefom ou tascando raquete elétrica nas moriçocas é coisa de brasileiro? Tsc tsc... Nova Iorque neste outono está sofrendo com uma invasão de pernilongos como poucas vezes vista. Várias lojas de departamento já foram fechadas para dedetizaçao, pois os insetos se escondem em todo tipo de canto, entre as roupas, atrás de móveis, no teto e não perdoam as pernas e braços dos clientes. Ah, e mesmo sem se alimentar de sangue eles podem sobreviver por até um ano. Hoje foi dia daNiketown (maior loja Nike do mundo) anunciar que ficará fechada por 20 dias para exterminar a praga do ambiente e, ao mesmo tempo, torcer para que no decorrer dos dias o número de insetos que invadiram a Ilha de Manhattam diminua.

domingo, 9 de junho de 2013

Os Sucanzeiros que fizeram e faz parte da história do Brasil

Os sucanzeiros que fizeram e  fazem parte da história do Brasil, principalmente na região Norte, heróis que salvaram muitas vidas e que ainda em muitos locais perdidos nestes confins de mundo amazônico, são os únicos que levam  o atendimento que o poder público deve ao povo brasileiro. Merecemos respeito, principalmente os que deram a saúde e até mesmo a vida por este trabalho.


       Hoje, analisamos a nossa situação, nos parece que, ao invés de lutar em busca de uma saúde melhor para todos os brasileiros, fomos sim, simples cobaias de produtos químicos variados, inclusive o inseticida D.D.T. e Malathion são os vilões causadores  dos males a nossa saúdeVejam: na intriga: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-40422002000600017

          Em razão das intoxicações, muitos companheiros nossos bons malaeiro pereceram durante a caminhada. Entretanto, os que escaparam, embora com a saúde abalada continuam vivo; nos de Rondônia e outros Estados  pedem socorro ao poder publico de todo Brasil.


  Equipe  de combate a Malaria acampado na Igreja Católica no Município de Rondolândia                                                                    Rondônia Brasil nas décadas de 1990. 

 Esta equipe estavam recebendo um curso para chefe de turma de OI no Colégio JK em Ji Paraná  Rondônia Brasil nas décadas de 1987
 Trabalho de combate a Malaria na Fazenda Rosa em Mato Grosso Brasil nas décadas de 1991 servidor Amarildo Paulon. Antonio Edson (Popular 15 quilos)"im Memória",e Milton Rodrigues 
 "Fotografo: Elias Lopes " 
 Servidores da Ex sucam no meio das Florestas  Amazônica no estado de Mato Grosso em uma estrada  recém aberta em 1995. servidor cicero Estevão, Mauro José de Oliveira, Adejair Martineli                       "fotografo: Elias Lopes
     Servidores da ex Sucam a campado  a beira da estrada  da Fazenda Barradão Mato Grosso Brasil
Curso de chefe de Turma  de OI  realizado  no Colégio JK em Ji Paraná Brasil em 1987 ( Ex Sucam)
Servidores da Ex Sucam  combatendo a Malaria  na Aldeia dos Índios ZORÒ em Mato Grosso Brasil
Servidores da ex Sucam no meio da  floresta Amazônica no estado de Mato Grosso na Fazenda Castanhal com a viatura quebrado  e sem almoço o dia inteiro, quando chegou  almoço  já era  as 20: horas da Noite, Setembro de 1995

Servidores da Ex Sucam  no combate a Malaria  na Fazenda Rio Madeira  Mato Grosso Brasil em 1995.
Elias Lopes de Carvalho, Mauro José de Oliveira, Adjair Martineli.
"Fotografo; Cicero Estevão ".


Pleno Seculo XXI 

          Os Servidores da Ex Sucam  apesar de estar intoxicados por produtos químicos das conseqüências oriundas dos trabalhos antepassados nas décadas de 60,70,80,90 no combate a Malaria, Febre Amarela , doenças da chagas e  Dengue;
            Hoje em 2013 com a saúde abalada continuam trabalhando 
 a finco para prevenir e  melhorar saúde  dos brasileiros: conforme fotos a baixos...



   
Luiz Gonzaga Gomes; Servidor da Ex Sucam  a mais de 35 anos  de 

contribuição, hoje se encontra com a saúde abalada devido  Os trabalhos era

realizado de forma periculosa,  Gonzaga   arriscava a sua vida 

praticamente todos os dias, quando não estava nos rios correndo risco de

naufragar nas Inúmeras cachoeiras existente, estava na selva possível de ser

atacado por animais peçonhentos ou por outros tipos de fera e ainda corria

risco de ser contaminados pelas próprias doenças que combatia, Para 

completar o quadro da periculosidade, todos os matérias por ele utilizados 

para combater vetores de doenças, eram inseticidas pertencente a vários 

grupo como os Organoforados, Organoclorados, piretoides, Temofós  e 

utilizava sem nenhuma literatura a respeito. 

Todos os inseticidas(Agrotóxico,pesticida "veneno" ), são altamente tóxicos e 

extremamente perigosos. No no caso ( Gonzaga ), esse perigo era 

relativamente maior porque trabalhava sem nenhuma orientação a respeito

dos perigos causados pelo inseticidas e sem os equipamentos de proteção 

adequados, tanto na pesagem, como nas borrifaçães intradomiciliares,  

nebulizações especiais e aplicações dos larvicidas. e assim os demais 

companheiro ( Malaeiros) sofre as mesmas conseqüências oriundas devido o 

trabalho penoso e uso dos venenos desordenado.

Valdir Madruga
José Nogueira dos santos
Flavio Santos
Aguinaldo
Nogueira
Aguinaldo
Paulo Soares de Barros
Edvaldo Fernandes da Silva
Aguinaldo


Valdir Madruga
Getúlio coletando criadouros potencial do mosquito da Dengue 
Alexandre e seu companheiro ??
Equipe da Divisão de Controle de Endemias  realizando arrastão do lixo da Dengue
Pedágio  para entrega de panfletos informativos sobre a Dengue
Campanha de  combate a Dengue